Futebol de cores

Por: Leonardo Macedo.


Apesar de estarmos no século XXI, num mundo com uma diversidade de raças e cores mais abrangentes, infelizmente, temos visto atos preconceituosos no futebol. E isso não surpreende pelo fato de ser algo recorrente e histórico.
Em certos casos o próprio clube é prejudicado, como por exemplo, quando o goleiro Aranha (Ex-santos) foi insultado de “macaco” por gremistas em jogo valido pela Copa do Brasil, ou o caso de Márcio Chagas resultou na perda de pontos e rebaixamento do Esportivo, houve quem reclamasse da sanção à instituição, com o argumento de que é injusto fazê-la pagar pela ação de alguns de seus torcedores.
Em outros casos os próprios agressores verbais vêm dentro de dentro do campo, um dos casos mais notórios de racismo no futebol é o de Grafite. O atacante, então no São Paulo, foi xingado de “negro de m…” pelo zagueiro Desábato, que jogava no Quilmes, da Argentina, em uma partida pela Libertadores de 2005. Na ocasião, o jogador do Tricolor empurrou a cara do adversário e foi expulso, enquanto o defensor teve sua prisão decretada ainda no gramado do Morumbi e ficou detido por dois dias em uma delegacia. Posteriormente, Grafite retirou as queixas contra Desábato; Quando jogava no Palmeiras, o zagueiro Danilo ofendeu o defensor Manuel, do Atlético-PR, em uma partida de Copa do Brasil. Na ocasião, ele proferiu o insulto “macaco do c…” para se referir ao adversário. Como punição, ele ficou suspenso por 11 jogos do Campeonato Brasileiro. Julgado quase três anos depois, o atleta foi multado em mais de R$ 350 mil.
Isso vem sendo discutido ao longo da história no futebol e diversas alternativas para que isso se extingue de uma vez por todas no futebol.


 

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